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Cessar-fogo entre Israel e Líbano se sustenta e pode impulsionar trégua com Irã

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Um cessar-fogo de 10 dias anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e aceito por Líbano e Israel aparentemente se mantém no Líbano nesta sexta-feira, 17, o que pode impulsionar os esforços para estender a trégua entre Irã, Estados Unidos e Israel.

Ainda não há sinais claros de um acordo duradouro entre os EUA e o Irã antes de o cessar-fogo atual expirar, na próxima semana. No entanto, a pausa nos combates entre Israel e o Hezbollah pode indicar algum avanço.

O fim da guerra de Israel contra o Hezbollah era uma exigência central dos negociadores iranianos. Israel não vinha lutando contra o Líbano em si, mas contra o grupo militante Hezbollah - apoiado pelo Irã - dentro do território libanês. Em comunicado, o Hezbollah afirmou que "qualquer cessar-fogo deve ser abrangente em todo o território libanês e não deve permitir ao inimigo israelense qualquer liberdade de movimento".

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que concordou com o cessar-fogo "para promover" os esforços de paz com o Líbano, mas afirmou que as tropas israelenses não se retirarão.

O chefe do Exército do Paquistão reuniu-se na quinta (16) com o presidente do Parlamento do Irã, como parte de esforços internacionais para pressionar por uma extensão do cessar-fogo que interrompeu quase sete semanas de guerra.

Mediadores pressionam por um compromisso em três principais pontos de impasse - o programa nuclear do Irã, o Estreito de Ormuz e compensações por danos de guerra -, segundo uma autoridade regional envolvida nos esforços de mediação.

A reabertura do estreito é uma exigência central dos EUA e da comunidade internacional, à medida que a crise energética global se agrava diariamente em razão do fechamento dessa rota crucial para o transporte de petróleo. Líderes da França e do Reino Unido vão reunir dezenas de países nesta sexta-feira para avançar com planos de reabrir o estreito, embora os EUA não participem.

Os combates já mataram ao menos 3.000 pessoas no Irã, mais de 2.100 no Líbano, 23 em Israel e mais de uma dezena em países árabes do Golfo. Treze militares dos EUA também foram mortos. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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