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O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse neste sábado, 8, que os iranianos apoiarão "até o fim" qualquer decisão que a liderança do país tomar. Segundo ele, os cidadãos permanecerão "até a morte", acrescentando não ter medo de lutar. "Não só não tenho medo, mas muitas vezes nos colocamos em perigo ao fazer isso. Agora, eles podem nos assassinar um dia, que o façam", acrescentou.
Na mesma ocasião, durante coletiva de imprensa, o ministro das Relações Exteriores do país persa, Abbas Araghchi, disse que Teerã está "muito perto de um acordo" com Omã sobre o Estreito de Ormuz, acusando os Estados Unidos de violar o memorando de entendimento anteriormente alcançado no Paquistão.
Araghchi disse que o Irã estava implementando a cláusula 5 do memorando e que o tráfego por Ormuz deveria retornar ao normal dentro de um mês, acrescentando que havia atingido "60% das condições normais em duas semanas".
No entanto, acusou os EUA de buscar estabelecer novas rotas pela via, apesar das negativas de Teerã.
O ministro afirmou ainda que as negociações com Omã estavam focadas em estabelecer uma rota de navegação temporária antes que uma rota permanente fosse acordada. "Antes de chegar a uma nova rota, uma rota temporária será considerada como base para a rota principal", disse, acrescentando que negociações foram realizadas entre as forças militares e navais dos dois países.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
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