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O Palmeiras publicou uma nota em que comenta as decisões da arbitragem responsável pela partida contra a Chapecoense no domingo. O clube reiterou a anulação do gol dos caterinenses e fez uma cobrança por critérios diferentes em lances semelhantes que aconteceram em outras partidas.
O time paulista vencia por 1 a 0 quando, já no fim do jogo, a bola sobrou para Ítalo, que empatou. O árbitro Felipe Fernandes de Lima quis checar o lance no monitor e anulou o gol por falta no zagueiro Murilo.
Conforme áudio divulgado pela CBF, havia consenso entre a equipe de arbitragem e o VAR, comandado por Antônio Magno Lima Cordeiro, sobre a existência de um empurrão em Murilo. A dúvida recaiu sobre se o zagueiro conseguiria ou não alcançar a bola. Foi entendido que o jogador participaria da jogada, o que acarretou na anulação do gol.
"Na jogada do gol anulado, tanto o árbitro de campo quanto o árbitro de vídeo concordam que o zagueiro Murilo, do Palmeiras, foi empurrado pelas costas; somente se discute se a infração cometida pelo atleta da Chapecoense interfere ou não na disputa pela bola", escreveu o Palmeiras, que ainda pediu para que torcedores não consumam "falsas narrativas de quem quer o mal do clube".
A Chapecoense teve outra chance de empatar em um pênalti já aos 63 minutos do segundo tempo, mas Bolasie perdeu. O Palmeiras questionou a marcação. "O VAR afirma não haver 'uma imagem que comprove que esta falta foi dentro da área'. Ora, se não há imagem conclusiva, por que foi recomendada a revisão?", indaga.
A penalidade foi marcada em uma disputa de bola quase na risca da grande área. O clube cita lance semelhante que poderia ter sido pênalti em Ramón Sosa no clássico com o Corinthians, empatado por 0 a 0 em abril.
"A esta falta de critério, soma-se a expulsão do meia-atacante Allan (contra a Chapecoense) pelo mesmo árbitro que, no jogo entre Palmeiras e Athletico-PR, em lance similar envolvendo o lateral palestrino Arthur, exibiu somente um cartão amarelo ao nosso adversário", continuou o Palmeiras.
A última contestação feita pela equipe alviverde foi sobre a validação de um gol do Remo contra o São Paulo, também neste domingo, após um toque involuntário no braço de um atleta do time paraense. Lance similar foi anulado em desfavor do Palmeiras quando o time visitou o adversário do Pará.
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