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O psiquiatra e pré-candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, afirmou nesta terça-feira, 12, que a polarização e a radicalização tornaram o Brasil uma nação "extremamente ansiosa" e "doentia".
As declarações ocorreram no 15º Lide Brazil Investment Forum 2026, no Harvard Club, em Nova York, nos Estados Unidos. O evento, organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), tem a participação de presidenciáveis, parlamentares e empresários.
"Infelizmente, a polarização e a radicalização tornaram a nossa nação extremamente ansiosa, doentia, a tal ponto em que as pessoas não têm liberdade de falar, na sua família, em quem vão votar, se direita ou esquerda, porque ocorre uma guerra e isso é extremamente doentio", disse Cury.
O pré-candidato também citou indicadores sociais que, segundo ele, demonstram a gravidade do momento vivido pelo País. Cury mencionou aumento de 148% no índice de suicídio entre crianças e jovens de 10 a 19 anos, quase 8 milhões de jovens que não estudam nem trabalham e o endividamento público.
Entre as propostas, Cury defendeu a criação de escolas de empreendedores em comunidades e favelas, além de bancos capazes de financiar projetos de jovens e famílias. Segundo ele, esses territórios precisam ser "abraçados" por uma política de Estado.
O psiquiatra também afirmou que deveria haver uma "repaginação" das embaixadas brasileiras, além da criação de um ministério voltado à Inteligência Artificial e à Robótica. Para Cury, o Brasil precisa reorganizar sua estrutura institucional para acompanhar as transformações tecnológicas e disputar espaço no cenário internacional.
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