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Tebet, Derrite e Marina Silva estão empatados na disputa ao Senado em SP, diz pesquisa

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A pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira, 9, com os cenários para o Senado pelo estado de São Paulo mostra a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB) empatada com o deputado federal Guilherme Derrite (Progressistas) e com a ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede). Nos cenários em que o ministro da Fazenda Fernando Haddad é incluído, o petista lidera as intenções de voto. Haddad, porém, deve disputar o governo do Estado e não o Senado.

No primeiro cenário, em que o levantamento pede para os eleitores escolherem seus dois candidatos ao Senado nas eleições de 2026, Tebet está numericamente na frente, com 16% dos votos. Em seguida estão Derrite e Marina, cada um deles com 15%. A projeção significa um empate técnico entre os três, dentro da margem de 2 pontos percentuais da pesquisa.

Ainda neste cenário, aparecem o deputado federal Ricardo Salles (Novo), com 12% das intenções de voto; o vice-prefeito de São Paulo, Coronel Mello Araújo (PL), com 11%; o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade), com 6%; e Cândido Albuquerque (PSDB), com 2%.

Já no segundo cenário, com a lista de candidatos reduzidas, Tebet lidera numericamente com 20% das intenções de voto. Em seguida estão Marina Silva, com 17%, Derrite, que chegaria a 16%; o ex-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, com 14%; e Paulinho da Força, com 8%. Outros 13% não souberam responder e 12% votariam em branco ou nulo.

Em um terceiro cenário, com o deputado federal Mário Frias (PL) no lugar de Rodrigo Garcia, a votação segue com empate técnico. Aqui Tebet aparece com 19%, enquanto Derrite e Marina fazem 18% das intenções de voto. Mário Frias aparece com 12% e Paulinho da Força com 8%. Outros 13% não souberam responder e 12% votariam em branco ou anulariam o voto.

No quarto cenário, Derrite é retirado das opções de candidatos. Nesta simulação, Tebet aparece com 20%, seguida de Marina, com 19%. Na sequência estão Rodrigo Garcia com 14%, Mário Frias com 10% e Paulinho da Força com 7%. Outros 17% não souberam responder e 13% preferiram votar branco ou nulo.

No quinto cenário, Tebet lidera com 20% das intenções de voto. Em seguida estão Marina, com 18%, Rodrigo Garcia, que aparece com 14%, o coronel Mello Araújo, que soma 12% e Paulinho da Força, que registra 8%. Do total, 15% dos eleitores paulistas prefeririam votar em branco ou anular o voto, enquanto 13% não souberam responder.

No sexto cenário, Tebet aparece com 20%, Marina soma 18%, Ricardo Salles tem 14%, Rodrigo Garcia registra 13% e Paulinho da Força aparece com 7%. Aqui, 16% preferiram não responder e 12% disseram que votariam em branco ou nulo.

Cenários com Haddad

Quando Fernando Haddad é incluído nas simulações, o ministro da Fazenda lidera todos os cenários na disputa para o Senado Federal. Na sétima simulação, Haddad aparece com 24%, seguido de Marina, que teria 18%. Rodrigo Garcia, 13%; Coronel Mello Araújo, 12%; e Paulinho da Força, 8%, completam a lista. São 13% os que não responderam e 12% os que voariam em branco ou nulo neste cenário.

Em um oitavo cenário, Haddad permanece na liderança, com 23% das intenções de voto. Em seguida estão Marina, com 18%; Derrite, com 17%; Coronel Mello Araújo, com 13%; e Paulinho da Força, com 8%. Outros 11% dos eleitores escolheriam hoje votar em branco ou nulo e 10% não souberam ou não quiseram responder.

Em um nono cenário, Haddad lidera com 20%, seguido de Derrite, que teria 16% e Marina Silva, que também somaria 16%. Salles aparece em seguida com 12%, Coronel Mello Araújo teria 11% e Paulinho da Força somaria 7%. Outros 10% não responderam e 8% anularam o voto.

No décimo e último cenário tem Haddad na frente, somando 21% dos votos. Derrite marcaria 16%; Marina teria 15%; Salles somaria 13%; Mário Frias registraria 11%; e Paulinho da Força completaria a lista com 7%. Um total de 9% dos eleitores não souberam responder e 8% prefeririam votar em branco ou nulo.

Segundo interlocutores, Haddad não disputará o Senado, mas deixará o ministério da Fazenda para concorrer ao governo de São Paulo, contra o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

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