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Agências anticorrupção da Ucrânia informaram nesta quarta-feira (19) que abriram uma investigação envolvendo altos funcionários do gabinete do presidente Volodimir Zelenski. O caso vem à tona um dia depois de o ministro da Defesa, recentemente demitido, defender a realização de eleições nacionais apesar da guerra provocada pela invasão russa.
O novo episódio político virou uma distração indesejada para Zelenski, enquanto a guerra entre Ucrânia e Rússia entra no quinto ano.
Em comunicado conjunto, o Escritório Nacional Anticorrupção da Ucrânia e a Procuradoria Especializada Anticorrupção disseram que realizam uma operação para desmantelar uma organização criminosa supostamente liderada por um parlamentar em exercício e um ex-parlamentar, com participação de integrantes do gabinete presidencial e outros envolvidos.
As agências afirmaram que mais detalhes serão divulgados posteriormente.
A revelação impõe mais um teste à resiliência política de Zelenski, que vem sendo pressionado por investigações de corrupção em altos escalões.
No ano passado, o então chefe de gabinete de Zelenski, Andriy Yermak, renunciou e, posteriormente, foi citado como suspeito em uma grande investigação de corrupção ligada a um projeto de construção de luxo, no que representou a maior ameaça ao governo desde a invasão russa, em fevereiro de 2022.
Também no ano passado, um escândalo de desvio de recursos e pagamento de propinas envolvendo a estatal de energia nuclear levou às renúncias dos ministros da Justiça e de Energia da Ucrânia.
A União Europeia identifica a corrupção estrutural como um dos principais obstáculos à desejada adesão da Ucrânia ao bloco. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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