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Uma mãe e sua filha de apenas cinco meses morreram após um acidente de barco perto da Estátua da Liberdade, em Nova York, nos Estados Unidos, nesse sábado, 8. O operador da embarcação enfrenta acusações criminais e as autoridades investigam se ele operava como um charter (aluguel) ilegal, segundo a Guarda Costeira americana.
A lancha Bayliner de 22 pés (cerca de 6,7 metros) capotou por volta das 22h25 do sábado, perto da Ilha da Liberdade, onde fica a Estátua da Liberdade. Doze pessoas foram resgatadas da água antes da chegada da polícia, e mergulhadores da corporação localizaram posteriormente a mulher de 27 anos e a bebê de 5 meses na água.
Ambas foram levadas a um hospital, onde as mortes foram confirmadas. Segundo a Guarda Costeira, as demais vítimas têm quadro de saúde estável.
"Estamos profundamente tristes com a trágica perda de vidas na noite passada, e nossos pensamentos estão com a família das vítimas e seus entes queridos neste momento incrivelmente difícil", disse a capitã Doreen McCarthy, comandante do Setor de Nova York da Guarda Costeira.
"Somos extremamente gratos pelas ações heroicas e rápidas de nossas agências parceiras e do barco que ajudou a resgatar os sobreviventes da água", acrescentou ela.
Manuel Hernandez, de 46 anos, morador de Nova York, foi acusado de 13 crimes por exposição imprudente ao perigo (reckless endangerment), informou a polícia. Nenhum número de telefone para contato com ele foi encontrado no domingo, e o caso ainda não constava nos registros judiciais online.
As identidades das vítimas não foram divulgadas para que as famílias sejam notificadas.
Adam Schwartz disse que o barco da sua empresa de passeios turísticos, o Sea the City II, estava em um cruzeiro quando o acidente ocorreu e eles recolheram os 12 sobreviventes a bordo.
"Nosso capitão e os dois membros da tripulação ajudaram imediatamente, ligaram para a Guarda Costeira e... depois se coordenaram com a Guarda Costeira e com as unidades do Porto da Polícia de Nova York para levá-los até a terra firme no Brooklyn", disse Schwartz à agência Associated Press no domingo.
McCarthy afirmou que investigadores da Guarda Costeira estão trabalhando com a polícia para apurar os fatos e se comprometeu a responsabilizar os infratores. De acordo com a agência, um charter ilegal é qualquer operação de transporte pago de passageiros que não possua credenciais da Guarda Costeira, equipamentos de segurança adequados e certificados de inspeção.
*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.
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